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Problemas e Soluções

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Caro visitante, se esta é sua primeira visita, não deixe de ler nossa página sobre Problemas e Soluções

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Parceria do CicloTrilhas com o Programa Roteiros do Ambiente

Parceria do CicloTrilhas com o Programa Roteiros do Ambiente

Representantes do CicloTrilhas Floripa estiveram reunidos com técnicos do Programa Roteiros do Ambiente (PRA).

O Programa é uma parceria do poder público (FLORAM/PMF) e entidades da sociedade civil, como a Associação Coletivo UC da Ilha, IEATA, Instituto Çarakura, entre outros, que visa revitalizar um conjunto significativo de trilhas e caminhos históricos de Florianópolis.

Na reunião foi discutida a possibilidade da inclusão de trilhas para bicicleta no programa. Para que isso aconteça, o CicloTrilhas Floripa formaria um Grupo de Trabalho (GT).

O que isso significa? Que os 20km de trilhas que temos cuidado e adequado para o uso da bicicleta poderiam fazer parte do roteiro de trilhas oficial da cidade. As ações de manejo de solo e vegetação feitas pelo CicloTrilhas passariam a ser autorizadas pela FLORAM.

A entrada do CicloTrilhas como um braço dentro do Programa é um caminho rápido para alcançarmos resultados. Um deles seria a criação de sinalizações para as trilhas de bicicleta, satisfazendo uma demanda da comunidade. Hoje, mesmo as trilhas mais populares entre os ciclistas, são difíceis de encontrar por quem não as conhece.

As imagens abaixo ilustram o trabalho do Programa em trilhas para pedestres ao redor da cidade.

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Programa Roteiros do Ambiente – Revitalização da Trilha da Lagoinha do Leste
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Roteiros do Ambiente – sinalização na Trilha do Morro do Rapa
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Programa Roteiros do Ambiente – Revitalização da Trilha de Naufragados
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Programa Roteiros do Ambiente – Sinalização da entrada da trilha da Costa da Lagoa

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Programa Roteiros do Ambiente – Folder do Programa

Reunião com vice-prefeito

Reunião com vice-prefeito

Representantes do CicloTrilhas Floripa estiveram em reunião com João Batista Nunes, o atual Vice Prefeito de Florianópolis.

O diálogo entre a comunidade e os órgãos governamentais é fundamental para o sucesso de qualquer projeto que envolva áreas públicas.

Confira o relato do encontro feito pela assessoria do vice-prefeito:

Hoje recebi o Grupo CicloTrilhas Floripa. Eles realizam um trabalho voluntário de manutenção de trilhas em Florianópolis.

São 18 km de trilhas que já recebem manutenção do grupo há 3 anos. Agora eles propõem que o conjunto de trilhas localizado no bairro João Paulo seja reconhecido como o primeiro Bike Parque Público e Urbano de Florianópolis e buscam parceiros para viabilizar financeiramente a realização desse projeto.

Sugeri que incorporem esse projeto e as outras trilhas mantidas pelo grupo ao Programa Roteiros do Ambiente que é desenvolvido pela Floram e vamos mobilizar a prefeitura para materializar esse importante projeto que alia esporte, saúde e mobilidade ao resgate histórico das trilhas tradicionais de Florianópolis.

Primeira Audiência na FLORAM

Primeira Audiência na FLORAM

Hoje foi realizada a primeira audiência do CicloTrilhas Floripa com a Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis (FLORAM). A parceria da comunidade – nós – com as autoridades é chave para o sucesso da nossa empreitada.

A Diretoria da FLORAM demonstrou otimismo quanto às nossas idéias e as portas foram abertas para para discussão de ações futuras.

Além de integrantes do CicloTrilhas e da diretoria da FLORAM, também participaram integrantes do Programa Roteiros do Ambiente, que é uma ação de natureza similar à nossa, onde podem haver pontos de interseção e possibilidade de parcerias.

Confira nas imagens a seguir alguns detalhes do que foi apresentado.

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Audiência na Secretaria de Turismo

Audiência na Secretaria de Turismo

No dia 29 de Março de 2017 dois representantes do CicloTrilhas Floripa estiveram na Secretaria de Turismo de Florianópolis contextualizando o grupo, apresentando problemas e soluções, e argumentando sobre benefícios para a comunidade, implicações na economia local e no turismo, abrindo caminho para elaboração de programas e projetos. É um pequeno passo, mas um passo importante.

A nossa missão, como exposta ao o Sr. Secretário Vinicius De Lucca Filho é a seguinte:

Florianópolis ser reconhecida como a cidade pioneira no uso organizado de trilhas para mountain bike, onde emergiu uma comunidade ativa e que, sob tutela e autorização dos órgãos públicos, trabalhou na conservação de um sub-conjunto de suas trilhas, identificadas e sinalizadas, sustentáveis e de altíssima qualidade, movimentando a economia local e onde os ciclistas fazem o papel de monitores do meio ambiente.

Conheça mais sobre o nosso contexto acessando este artigo.

A NSMBA é uma aula sobre o mountain bike organizado em proporções épicas

A NSMBA é uma aula sobre o mountain bike organizado em proporções épicas

 

Adjacente à região metropolitana de Vancouver, no oeste do Canadá, há um vasto sistema de trilhas que surgiu de forma orgânica desde 30 anos atrás. O número catalogado de trilhas no Trailforks é assombroso: 2362 trilhas, abrangendo uma distância total de 2995 quilômetros, usados por um número estimado próximo à 250.000 ciclistas, sem contar caminhantes.

Todas esssas trilhas estão compreendidas dentro da North Shore, uma floresta temperada que recebe até 4000mm de chuvas anuais. Para efeito de comparação, a cidade Florianópolis, as vezes chamada de Chuvianópolis, recebe uma média anual de 1500mm, pouco mais de 1/3 terço do que cai em Vancouver.

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Um dia típico em Vancouver

Dentre os sistema de trilhas existentes, dois dos mais populares são Mount Seymour e Mount Fromme, que são adotados pela North Shore Mountain Bike Association – NSMBA, a mais organizada das associações ou clubes que cuidam das trilhas da cidade.

A NSMBA é uma aula sobre como viabilizar o mountain bike de forma organizada e sustentável e gerar resultados grandiosos. Aqui descrevemos os pontos chaves desta empreitada de sucesso.

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As origens da NSMBA

A NSMBA foi formada em 1997 como resposta à sabotagem em trilhas específicas para mountain bike. Nessa época o esporte era relativamente novo e essas ações não eram um bom presságio para a segurança futura dos bikers na North Shore.

Também haviam rumores circulando sobre investidas que potencialmente inibiriam o acesso às trilhas por ciclistas. Haviam boatos que uma empresa iria tomar conta do Mount Fromme e cobrar pelo acesso. Também boatos que loteamentos novos iriam tirar trilhas no Mount Fromme e Seymour.

O problema que os praticantes de mountain bike enfrentavam era a falta de uma organização de base, raiz, capaz de formular uma resposta unida contra essas ameaças.

Depois de formada, em 2009, a NSMBA quase implodiu e estava operando sem um quadro de diretoria, com um comunidade não engajada. Apenas dedicados construtores de trilhas estavam empenhados. Na época o presidente deu um ultimato, ou a associação se desfazia ou seria reconstruída.

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Das bases à liderança

Desde 2010 a associação se tornou líder no campo emergente de soluções para trilhas sustentáveis. Iniciativas educacionais, tanto locais e regionais, são focadas em cuidados de longo-prazo. A comunidade se tornou um grande grupo de voluntários educados e engajados que participam em várias iniciativas como a Shore Corps, o Plano de Adoção de Trilhas e a Academia de Formação de Construtores de Trilhas.

Pessoal e Administrativo

A NSMBA depende predominantemente de voluntários. A Diretoria é toda formada por voluntários não pagos, apaixonados pelas trilhas da North Shore. A Diretoria é apoiada por dois staff, um gerente de programas integral e um admistrador meio-período.

A Diretoria é eleita anualmente. São responsáveis por planejar o futuro da organização e tem o deveer de agir de boa fé e com uma visão sobre os melhores interesses da Associação.

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Arrecadação

Os ciclistas e caminhantes ou corredores que usam as trilhas são incentivados em campanhas a se tornarem membros da associação. Isso é feito por meio de um programa de adesão, onde a pessoa paga 40 dólares para o ano.

Tornar-se um membro da NSMBA não tem a ver com acesso às trilhas. Essa adesão significa que a pessoa se importa com as trilhas e lhe dá uma voz junto aos patrocinadores, os proprietários dos terrenos e os vários níveis do governo canadense.

Uma segunda forma de contribuição, mais barata, é a compra do passe anual, no valor de 15 dólares.

O dinheiro é usado para

  1. Pagar trabalho profissional em projetos específicos
  2. Pagar materiais, ferramentas e equipamentos para uso de voluntários em dias de trabalho
  3. Gerenciar programas que eduquem a comunidade nas melhores práticas de construção de trilhas
  4. Engajar de forma pró-ativa com os proprietários dos terrenos para garantir seu apoio e investimento na rede de trilhas

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Plano de Adoção de Trilhas

Funciona pela parceria entre comunidades ou empresas com profissionais treinados como construtores de trilhas. O adotante de uma determinada trilha submete um projeto, que depois é aprovado e executado por uma equipe constituída pelos interessados da sua comunidade/empresa.

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Academia de Formação de Construtores de Trilhas

O programa começa com um a sessão teórica que ensina fundamentos de técnicas modernas para verificar, construir e manter trilhas, com grande foco na sustentabilidade de longo prazo e experiência positiva por parte dos usuários das trilhas. Cada aula é seguida por um dia na floresta para aprendizagem prática.

O programa é gratuito, mas aberto apenas para membros.

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Um programa composto pelos graduandos da Academia de Formação, que recebem um crachá e podem trabalhar na floresta sob a tutela de um Líder Construtor. Seus membros participam de projetos de melhorias nas trilhas existentes.

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Melhores Práticas na Construção de Trilhas

A NSMBA usa o padrão mais robusto aplicável. Esse princípio é aplicado à topografia e clima únicos da região, com foco no longo-prazo. Os projetos são feitos em cima do que existe e almejam o resultado de maior qualidade possível que contemple a Equação de Sustentabilidade de:

  • Alta capacidade de carga
  • Volume de chuvas extremo
  • Fácil acesso
  • Disponibilidade ao longo do ano inteiro

A rede de trilhas que existia antes do surgimento da NSMBA foi criado de forma orgânica sem nenhum planejamento central. Elas foram construídas em uma época onde “sustentabilidade” não fazia parte do vocabulário. Devido o impacto acumulado desses fatores, muito do trabalho completado pela associação tem o intuito de ser um upgrade do que já existia.

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Referências

  1. Cidade Florianópolis no Wikipedia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Florian%C3%B3polis
  2. North Shore Mountain Bike Association 101 – Understanding the Organization’s Future and Purpose: https://drive.google.com/file/d/0BybBpJdymDJvOUJHQlFfWTVUeWs/view

 

 

O improvável caso do Mountain Bike em Cancún

O improvável caso do Mountain Bike em Cancún

Traduzimos abaixo o relato entusiasmante de uma pessoa que botou a cara à tapa, arregaçou as mangas e produziu algo improvável: um sistema de trilhas de 16km em um lugar onde não havia nenhuma, onde ninguém antes praticava mountain bike, em uma região onde o esporte é pouco conhecido.

Então… nós moramos em uma terra plana, na Península de Yucatan, mais exatamente na Riviera Maya no México, perto de Cancún. Mas mesmo sem os morros, temos uma floresta tropical! E pedras! E queríamos ter trilhas para andar. O problema é que com 3 meses de chuva na temporada chuvosa anual, a floresta iria fechar todas as trilhas, então precisaríamos de manutenção constante. A Península de Yucatan é uma grande pedra, então tem esse outro problema…

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Tudo é pedregoso, e o percurso pode se tornar bem técnico. Outros de nossos problemas foram a quantidade de regulamentações nacionais, porque algumas plantas, árvores e vida selvagem são protegidas, então tínhamos um grande desafio, construir as trilhas sem tocar nas plantas. Não podemos usar nenhum tipo de maquinário porque nos preocupamos com a vida selvagem, nos preocupamos com o barulho, as trilhas não podem ser largas. Também rezamos pra não encontrarmos nenhuma ruída Maia, caso contrário teria outra instituição nacional para lidar com isso…

Fizemos um contrato com o proprietário do terreno, o qual agora é compartilhado com uma empresa de turismo que tem cavalos, quadriciclos, jet-skis, caiaques, kite surf e um lindo clube de praia, e eles nos deram um espaço específico no terreno para trabalhar.

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Tudo era confuso. Não tínhamos investidores, tivemos que construir as trilhas com nosso próprio dinheiro e tudo que teve ser feito com nossas mãos… por fim tentamos trazer as pessoas da IMBA para que compartilhassem seu conhecimento conosco, mas o custo de trazê-los estava fora de mão. Mas, nós éramos bem teimosos e decidimos tocar o projeto mesmo assim.

Nós queríamos um bike park desafiador para praticar mountain bike cross-country. Com todos esses fatores que mencionei, soava como loucura! Mas começamos a trabalhar. Compramos livros da IMBA para referência e com a minha experiência de mountain biker, conhecendo bike parks em outros lugares no mundo, e com a ajuda de pessoas incríveis, agora depois de quase um ano trabalhando, temos pouco mais de 16km de trilhas divididas em: pouco difícil, difícil e bem difícil. Estamos orgulhosos do que fizemos até agora. Alguns ciclistas dos EUA, Canadá e Europa vieram (porque nossa região é destino turístico bem popular) e eles comentam ótimas coisas. Geralmente o rótulo dado é Um Estilo Diferente de Mountain Bike.

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O trabalho foi duro, mas tenho certeza que precisamos da opinião dos experts, porque queremos mesmo criar um bike park seguro, que ao mesmo tempo seja desafiador e divertido em todos os níveis. Queremos fazer do jeito certo. Então se tiver alguém de férias em Cancún ou na Riviera Maia que queira aparecer e nos dar umas dicas? Obrigado pela ajuda.

Relato por Alberto Cardenas

Talvez quem possa dar uma passada por lá somos nós. No caso, para pegar as dicas, e não dá-las!

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Referências

  1. Punta Venado Bike Park: http://www.pvbikepark.com/
  2. Punta Venado Bike Park no Trailforks: https://www.trailforks.com/region/punta-venado-bike-park/
  3. Relato publicado no MTB Project: https://www.mtbproject.com/forum/topic/22779/proyect-near-cancun-building-trails

O curioso movimento de mountain bike em uma cidade do interior do Oregon nos EUA

O curioso movimento de mountain bike em uma cidade do interior do Oregon nos EUA

O Complexo de Trilhas do Phil é um emaranhado de 300km de trilhas singletrack de diversos níveis de dificuldade. A entrada fica à poucos minutos da cidade do centro de Bend (Oregon, EUA).

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300 quilômetros de trilha ao lado do centro da cidade

Bend não é nem de perto o maior destino turístico dos EUA. Nem mesmo do mountain bike. É uma cidade com apenas 75.000 habitantes. Como pode uma cidade tão pequena ter um sistema de trilhas específicas para mountain bike desta proporção?

Tudo começou com um homem: Phil.

Quando Phil Meglasson trabalhava para a U.S. Geological Survey criando mapas topográficos no início da década de 80, ele descobriu uma maneira eficiente de lidar com o trabalho.

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Phil Meglasson

“Eu conseguia andar com minha mountain bike para o trabalho dia após dia,” relembra Meglasson.

Ele e vários outros pioneiros da região central do Oregon começaram a rodar em trilhas de cervos e estradas de exploração madeireira e transformando elas em trilhas de bike.

Mal eles sabiam que seus esforços iniciais eventualmente transformariam a região em uma Mecca do mountain bike, um lugar onde hoje incansáveis voluntários constróem e mantém trilhas onde aparecem rebanhos em massa de pessoas locais e turistas.

E agora essas trilhas se tornaram a central dos principais eventos nacionais, como o campeonato nacional de mountain bike maratona. Recentemente uma corrida de 80km foi realizada em uma trilha que nem existia há 5 anos atrás, uma prova do crescimento do movimento.

Quando Meglasson e seus amigos Dennis Heater, Bob Woodward e Mike McMackin formaram um clube no início dos anos 80, eles só queriam achar um lugar off-road para andar de bicicleta.

“A gente só tirava os galhos”, diz Meglasson, relembrando o passado da construção de trilhas. “Nós nem usávamos ferramentas.”

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No final dos anos 80, seu grupo de amigos começaram a se esforçar mais. Esse esforço acabou na criação, em 1992, da Central Oregon Trail Alliance (COTA), e a formação de parceria de longa-data e crucial com o Serviço Florestal Americano.

Depois de 30 anos da sua concepção, a Rede de Trilhas Phil’s tem uma variedade enorme de tipos de trilhas, contruídas por ciclistas, para ciclistas.

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Meglasson ainda anda de mountain bike 4 vezes por semana, e diz que trabalha de 100 a 150 horas em trilhas a cada ano. Ele é o mantenedor líder da trilha Mrazek, ao norte do sistema.

Uma dúzia de mountain bikers pedalavam na floresta perto de Bend nos anos 80. Hoje, a COTA estima que mais de 10.000 pedalam a cada ano na região central do Oregon.

O Phil sente falta de antigamente, antes de suas trilhas se tornarem o nome de um lar da região e ficou lotada de ciclistas, caminhantes e corredores?

“Às vezes, quando você está descendo uma trilha e fica encontrando várias pessoas, você meio que sente falta dos dias de antigamente,” ele admite. “Mas lá atrás, nós não tínhamos tanto singletrack.”

E agora eles 300 quilômetros – e incontáveis voluntários fazendo manutenção.

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Referências

  1. The Bend Confidential: COTA is a Model for Building Trails that Mountain Bikers Want: http://reviews.mtbr.com/the-bend-experiment-cota-is-a-model-for-building-trails-that-mountain-bikers-want
  2. Meet THE Phil: http://hutchsbicycles.com/meet-phil-the-man-behind-phils-trail-complex/
  3. Bend Bulletin: http://www.bendbulletin.com/